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	<title>Stop Making Sense &#187; mudou a minha vida</title>
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		<title>Qualifiqueichom chom, qualifiqueeeichom</title>
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		<pubDate>Sat, 29 May 2010 18:58:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana margarites</dc:creator>
				<category><![CDATA[dissertar é preciso]]></category>
		<category><![CDATA[cansada]]></category>
		<category><![CDATA[mudou a minha vida]]></category>
		<category><![CDATA[qualificação]]></category>

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		<description><![CDATA[(Em casa e no trabalho a gente anda com a mania &#8220;rebolation&#8221; de terminar qualquer palavra com &#8220;eichom&#8221;) Qualifiquei o meu projeto no mestrado &#8211; ou tive o meu projeto qualificado &#8211; na última quarta feira. Eu estava um pouco ansiosa, sem saber direito o que esperar desse momento, mas fiquei absolutamente contente com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>(Em casa e no trabalho a gente anda com a mania &#8220;rebolation&#8221; de terminar qualquer palavra com &#8220;eichom&#8221;)</em></p>
<p>Qualifiquei o meu projeto no mestrado &#8211; ou tive o meu projeto qualificado &#8211; na última quarta feira. Eu estava um pouco ansiosa, sem saber direito o que esperar desse momento, mas fiquei absolutamente contente com o resultado.</p>
<p>Boa parte da minha &#8220;contenteza&#8221; vem do fato de que todos os membros da banca concordaram em dois pontos cruciais: falta de foco no problema e objetivos, bem como uma certa esquizofrenia metodológica. A unanimidade da banca em relação a estes problemas me faz considerá-los pontos a serem realmente encarados com seriedade nos próximos meses. Também saí da qualificação com a sensação nítida de que preciso  trabalhar a minha auto-estima, já que ouvi coisas como &#8220;tu tens que aparecer mais no trabalho&#8221; e &#8220;tu é mais corajosa do que aparentas no texto&#8221;. Ainda que eu prefira pecar por falta de auto-confiança do que por excesso, acredito neles(as). :)</p>
<p>Por fim, fico contente com o processo como um todo. A escrita e qualificação do projeto me fizeram perceber como é importante descrever minuciosamente o que se passa na minha cabeça, sob pena de pecar por falta de clareza e acabar sendo mal-interpretada nas minhas intenções. As próximas semanas serão de organização: listar os conceitos que aparecem no projeto e separar, dentro destes, quais são os que &#8220;merecem&#8221; se fazer presentes na dissertação, enquanto comparo o &#8220;esqueleto&#8221; do trabalho com as observações presentes nos pareceres da banca.</p>
<p>Enfim, trabalho não me falta. :)</p>
<p>P.S.: Registro aqui o meu agradecimento aos meus avaliadores (professores Raquel Recuero, Cleber Ratto e Maria das Graças Pinto). Os comentários, críticas e sugestões de vocês certamente me ajudarão muito a dar continuidade ao trabalho. Valeu mesmo. :)</p>
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		<title>eu era infeliz e não sabia</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 01:28:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana margarites</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[moi]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[aiai saudade]]></category>
		<category><![CDATA[mudou a minha vida]]></category>
		<category><![CDATA[ser outro]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje fazem dezoito dias que acabaram-se os anos 00. Como a gente vai chamar a década 00 daqui a uns 10 anos, quando os cabelos estilo Strokes e a combinação terno+allstar voltarem à moda? &#8220;Anos zero-zero&#8221; me parece tão estranho. Passei algum tempo deste começo de ano pensando nesta última década. Não fiz isso para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje fazem dezoito dias que acabaram-se os anos 00. Como a gente vai chamar a década 00 daqui a uns 10 anos, quando os cabelos estilo Strokes e a combinação terno+allstar voltarem à moda? &#8220;Anos zero-zero&#8221; me parece tão estranho.<br />
Passei algum tempo deste começo de ano pensando nesta última década. Não fiz isso para vir aqui e escrever uma retrospectiva, mas por que alguma coisa em mim disparou essa necessidade de pensar um pouquinho no que os anos 00 fizeram por mim.</p>
<p>E o &#8220;gatilho&#8221; que disparou em mim essa vontade foi assistir, em DVD, a participação do Elastica no Programa do Jools Holland, em 1994.</p>
<p><a href="http://planeta.incerteza.org/stopmakingsense/2010/01/18/eu-era-infeliz-e-nao-sabia/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p>É engraçado rever este video agora, tantos anos depois. Estas meninas foram minhas &#8220;gurus de estilo&#8221; por muito tempo: o estilo de vestir, o cabelo curto, a cara lavada. Na minha opinião, só me faltou o sweetheart vocalista do Blur pra que fosse a Justine em 1996.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 436px"><img title="justine e damon" src="http://s11.bdbphotos.com/images/orig/d/6/d6g1tsox95qf6d15.jpg" alt="puta mundo injusto, meu" width="426" height="395" /><p class="wp-caption-text">puta mundo injusto, meu</p></div>
<p>Nos anos 90, eu tinha com a música uma relação muito parecida com a que tenho hoje. Eu ouvia falar das bandas e discos pelas revistas que lia. Eu lia QUALQUER revista de rock: Bizz (depois ShowBizz, depois Bizz de novo), Rock Brigade, General, Top Rock (não pergunte), Dynamite (<a href="http://dynamite.terra.com.br/portal/index.cfm?CFID=1486549&amp;CFTOKEN=66594539">como assim, ainda existe a Dynamite?</a>). Eu tinha uma FOME DESESPERADA por conhecer música nova. E colecionava revistas, lendo reviews de discos que eu não sabia quando teria a oportunidade de ouvir &#8211; mas que eu sabia que ia gostar. &#8220;Crooked Rain, Crooked Rain&#8221; do Pavement foi um desses: eu já sabia que ia amar muito antes de ouvir &#8220;Cut Your Hair&#8221;.</p>
<p>E esta foi uma música (e uma banda) que eu conheci por que um amigo que tinha um primo que tinha tv a cabo em Porto Alegre gravou pra ele uns clipes da MTV num VHS. Seis horas de videoclipes. Só pra nós.</p>
<p><a href="http://planeta.incerteza.org/stopmakingsense/2010/01/18/eu-era-infeliz-e-nao-sabia/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p>Quem teve uma adolescência endinheirada ou mais perto de cidades maiores deve rir de tanto anacronismo. Mas lhes digo: era complicado ser <em>gauche</em> na música em 96. Era difícil gostar de coisas que mal existiam. Era difícil ler sobre músicas e só conhecê-las dois anos depois. Era chato ler sobre os clássicos na &#8220;Discoteca Básica&#8221; sem ter  de onde tirar o Velvet Underground &amp; Nico pra gravar num k-7.</p>
<p>Eu posso pontuar aqui as zilhões de diferenças entre saber da existência de banda ao ler a Bizz (como fazíamos em 1994) e conhecer bandas hoje, através do <a href="http://pitchfork.com/">Pitchfork</a> ou do <a href="http://gorillavsbear.blogspot.com/">Gorilla Versus Bear</a>. Eu posso mencionar a imensurável e constante oferta, uma vez que eu posso conhecer umas dez bandas por dia se dedicar algum tempo a isso. Eu posso também mencionar a abundância de espaço para a divulgação de toda essa diversidade; nenhum editor vai cortar do Pitchfork o review do último EP do Animal Collective por falta de espaço, por que o review da Lady Gaga vai ocupar todo o espaço disponível. Etc. Etc.</p>
<p>Mas eu não quero pensar em nada disso, então vou assistir ao último clipe do Vampire Weekend pela milésima vez.</p>
<p><a href="http://planeta.incerteza.org/stopmakingsense/2010/01/18/eu-era-infeliz-e-nao-sabia/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p>E ao ver esse videoclipezinho, eu fico feliz por cada uma das influências que percebo. E fico feliz por esse estilo visual Michel-Gondry-esque estar na moda. E fico feliz por poder ver os filmes do Michel Gondy, pois mesmo quando eles não passam no cinema, existem outras formas de acessá-los. Fico feliz por poder percorrer, um a um, todos os itens da filmografia do Woody Allen, do Judd Apatow, de quem mais eu quiser. Fico feliz por cada EP que o Animal Collective lança. Fico saltitante por cada lista de melhores discos de 2009 que eu leio. Novas coisas pra conhecer, mas agora não mais dois anos depois.</p>
<p>E eu fico feliz, especialmente feliz, por ainda ter aquela FOME DESESPERADA que me caracterizava, lá em 1996.</p>
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		<title>descoberta do dia</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 11:59:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana margarites</dc:creator>
				<category><![CDATA[tv]]></category>
		<category><![CDATA[mudou a minha vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao tentar descobrir se os habitantes de Atlântida num episódio do Bob Esponja eram realmente inspirados nos Blue Meanies, descobri essa wiki fantástica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignnone" style="width: 454px"><img src="http://i5.photobucket.com/albums/y197/lalagirl727/blogmisc/atlantis_squarepantis1.jpg" alt="O chefe da Atlântida, do desenho, é dublado pelo David Bowie (dai os olhos de cores diferentes) e é uma mistura de Blue Meanie com Willy Wonka" width="444" height="511" /><p class="wp-caption-text">O chefe da Atlântida, do desenho, é dublado pelo David Bowie (daí os olhos de cores diferentes) e é uma mistura de Blue Meanie com Willy Wonka</p></div>
<p>Ao tentar descobrir se os habitantes de Atlântida num episódio do Bob Esponja eram realmente inspirados nos <a href="http://www.beatles.com/hub/gfx/articles/yeloSub/The%20Chief%20Blue%20Meanie.jpg">Blue Meanies</a>, descobri <a href="http://spongebob.wikia.com/wiki/Main_Page">essa wiki fantástica.</a></p>
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